Ataques ao governo e defesa de Rui com ações dos últimos 4 anos predominaram em debate

Os visitantes ficaram surpresos pois, segundo organizações de saúde, fumar faz mal ao organismo. Mas a filha Alice, de certa forma, retirou as preocupações. “Ela só puxa, mas não engole a fumaça, que é colocada para fora”, falou. O grupo respirou, até que aliviado. “Ah bom”, disse o criminalista José Beraldo. A filha de Rosa contou que “a minha mãe queria muito conhecer o Dr. Beraldo”.

O advogado e a esposa não deixaram por menos, a presentearam, fizeram carinho e se manifestaram com palavras ‘doces’.

A cena agradou a família e principalmente a neta Raquel, de 31 anos, estagiária de Direito no escritório de Beraldo. “Ela proporcionou a alegria para a avó”, frisou Roseli. “Que senhora abençoada, quanta saúde. Imagine 107 anos. Ganhei o meu dia hoje com a visita”, festejou a advogada.

Dona Rosa começou a trabalhar muito cedo. E foi roçando mato e cultivando vários produtos que ela conseguiu ajudar o marido José Luiz de Souza a criar 9 filhos, “cinco deles já estão mortos”, como lembrou a filha caçula. “O meu pai faleceu em 1974, com 72 anos, e em 1984 ela veio para Mogi morar comigo”, destacou Alice.

Na sua cidade natal, Rosa Maria somente tinha acesso às informações por rádio. Já ao passar a morar em Mogi começou a assistir a programas de televisão. “Adorava a novela Malhação, da Globo”, diz, porém atualmente deixou tudo de lado. “Ela prefere se recolher cedo e ficar em silêncio, mas tem uma saúde boa, pressão de criança, 12 x 8. É vaidosa e até usa lentes de contato”, conta a filha. Ativa, Rosa não a fez esquecer. “Sim, ela gosta de cachaça, mas isso parei de dar, pois a minha mãe não ficava muito boa”, sorriu Alice.

BN

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